Há imagens belíssimas como essa de leite no café:

Veja as demais aqui.
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Olá caríssimos. As coisas estão corridas por aqui e, em breve, teremos uma nova versão do site (o que deve nos desculpar pela ausência). Mas vamos voltando.
O Google disponibilizou um novo modo no seu já famoso Google Earth. É o modo “Roma Antiga em 3D”. Ele permite um tour virtual em 3D por Roma antiga, inclusive com a vista de dentro de várias edificações. O projeto foi feito em parceria com a Universidade de Virgínia e o resultado é impressionante:
Vale muito o download. Clique aqui para saber mais e baixar o programa.
Até
O código de trânsito e o bom senso já advertem sobre o uso da buzina em geral. Próximo a hospitais e escolas, se não me engano, constitui infração. Mas eu, que tenho o azar de morar a 4 ou 5 quadras do hospital municipal de Santo André, já estava ficando louco ontem.
Por volta das 17 horas, havia uma horda de helicópteros de diversas emissoras de televisão sobrevoando o hospital municipal. Eles permaneceram por volta de duas horas, esperando a saída da menina que estava lá internada. Segundo estudo da USP sobre poluição sonora, o ouvido humano suporta saudavelmente até 85 decibéis por minuto. Uma buzina de automóvel tem por volta de 110db. E vários helicópteros por duas horas?
Eu, que estou 5 quadras distante do hospital já estava sofrendo com um barulho ensurdecedor. Você pode imaginar os pobres pacientes do hospital (que, tudo indica, não se manifestou sobre essa pouca vergonha).
O que ocorre é que, mais uma vez, a imprensa se julga acima do bem e do mal atropelando a legislação em explícito desrespeito com a população cujo bem, teoricamente, eles defendem.
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No Folha Online de hoje:
Crise aumenta procura por obras de Karl Marx na Alemanha
Já estou até vendo as estantes de mais vendidos… Imagine “O capital” nesta lista.
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Fallacies do not cease to be fallacies because they become fashions.
G. K. Chesterton
Desde ontem, dia do debate entre os dois candidatos à prefeitura de São Paulo, fervilha na internet uma pletora de comentários sobre a “tensão”, os “ataques” e outros clichês jornalísticos que servem bem para esconder a falta de dois ou três dedos de espessura reflexiva.
Não vou apontar links para este ou aquele comentário porque simplesmente não há necessidade. A esmagadora maioria gira em torno do fato de a candidata do PT ter levantado questões sobre a vida pessoal do candidato adversário. É sobre isso que quero dar uma ou duas palavras:
1. Do ponto de vista eleitoral, a estratégia de Marta (ou de sua equipe) não foi acertada. Certo está Kassab ao dizer que o povo não quer saber disso, mas sim das propostas que são o que verdadeiramente interessam para a cidade. Assim, talvez venha daí o impulso decisivo que pode levar o atual prefeito à reeleição.
2. Por isso que é possível dizer claramente que quem erra, para além das questões eleitorais, é o povo. Se a posição de Marta é errada para os fins a que se pretende, a do povo, em geral, é moralmente errada. Note-se bem que não interessam aqui quem são os candidatos ou suas posições nas pesquisas. O que é fundamentalmente incorreto é o tipo de reflexão e julgamento por trás de toda essa história.
Todo esse acontecimento só vem reforçar a falácia que tem como princípio uma bizarrice modorrenta, a saber, que política e valores estão radicalmente separados. Só tolos devoradores de notícias jornalescas tomam esta ruptura como óbvia. Quero tomar outro exemplo tirado dos fatos do dia: ontem, na parada gay do Rio, o candidato Fernando Gabeira assinou uma carta de intenções dizendo que, caso seja eleito, “a prefeitura reconhecerá a união civil de pessoas do mesmo sexo para efeitos de pagamento de pensão e benefícios decorrentes aos servidores do município”.
Novamente, não interessa o fato em si, mas o valor de fundo. A assinatura do candidato, que exprime um compromisso quanto a um possível projeto de seu mandato, tem raízes profundas nas convicções e valores pessoais de Gabeira que, obviamente, terão um desdobramento em sua administração pública. Ora, para quem, também por valores pessoais, rejeita tal projeto, é de extrema importância saber o que pensa o candidato, não apenas em relação a políticas públicas mas em relação às opções valorativas que se desdobrarão em tais políticas. Ainda que ele não tivesse tornado seu valor um fato público, por meio da assinatura, eu poderia achar altamente relevante saber o que pensa o candidado acerca de valores que prezo ou des-prezo.
3. Em São Paulo, um ex-jogador de futebol foi eleito para vereador. O mote de sua campanha era “corinthiano vota em corinthiano”. O vereador Dinei tem razão. As pessoas são bastante receptivas a este tipo de argumento quando o espírito de corpo se dá entre membros da mesma classe, seja ela de torcedores ou, num outro nível, de profissionais, habitantes do mesmo bairro etc. Ninguém acha absurdo um médico que vote em médico ou um professor que vote num colega. Sem falar das assim chamadas “minorias”. O argumento é altamente utilizado numa eleiçãozinha aí, lá pelo norte das Américas… Mas quando essa comunidade se dá em torno de certas práticas ou valores, como por exemplo os religiosos, o eco se transforma automaticamente em “ideologia” ou estupidez pura e simples.
Como é previsível, o que subjaz nestes casos é aquela cisão a laser entre política e valores. Mas então, é realmente proibido pensar nisso porque o povo não está interessado???
G.
Pois é. Este tesouro, fruto da parceria do MEC e do Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística (NUPILL), da Universidade Federal de Santa Catarina, está todo disponível, de forma gratuita, aqui.
Não é meu intento aqui analisar o processo eleitoral americano. Quero apenas comentar uma tendência absolutamente explícita da imprensa e dos blogs em geral. Na internet não há, simplesmente, outra posição: Barack Obama é o salvador. Não apenas dos EUA, mas do mundo (e por que não do universo). Sob esse aspecto, o editorial do Diário do Comércio, do dia 12 de setembro, escrito pelo controverso Olavo de Carvalho representa, quem diria, um pouco de crítica necessária a todo esse movimento de endeusamento do senador americano.
Como disse, não se trata de dizer se ele é ou não a melhor opção mas da manutenção da possibilidade de crítica que é necessária em toda discussão que, entre os blogueiros hypes desse Brasil, parece estar em falta.
PS: No artigo Olavo comenta e dá links sobre a acusação contra Obama, que teria apresentado documentos falsos. Veja lá.
A NASA lançou um site onde é possível ver, cronologicamente, o progresso de vários índices como aquecimento global, aumento do nível dos mares e semelhantes.
Dá um bom susto. Veja lá clicando aqui.
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E por que não fazer deste o mote do dia?
Saboreiem a beleza da poesia de Violeta Parra e da interpretação majestosa de Mercedes Sosa.
Fisgado por aqui.